sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Reunião no Telégrafo

Na quinta a noite, reunião no Telégrafo. A rua tortuosa foi asfaltada recentemente, sem que a drenagem fosse feita. Conclusão: os moradores terão que fazer mutirão para limpesa da sujeira deixada pela chuva. Cerca de 25 pessoas. Revoltados com os políticos do telégrafo. Não vou declinar o nome deles (somente mediante consulta). Deito falação inflamada. Defendo a ética. A política com honestidade e no interesse público. Apresento o partido, decente. Isento de mensalões e cuecões. Falo do meu mandato. Entro pela saúde. Falo da violência. O grupo é politizado. Reage bem. Perguntam porque o Saúde da Família não vai mais nas casas. Aproveito para mostrar a responsabilidade de todos que elegeram um prefeito com passado condenável. Consigo ganhar a confiança de todos. prometem apoio. Querem acreditar novamente. Não me pedem nada. Entendem a mensagem. Concordam com a luta. Após a reunião, um rapaz me pede para conseguir a laqueadura de sua esposa de 18 anos e três filhos. Situação delicada. Mostro que não é ético fazer isto. Após 15 minutos de conversa, convenço-o a realizar uma consulta de planejamento familiar. Por quanto tempo vamos conseguir preservar estas trompas?

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