segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Guadalupe







Hoje cedo, às 6:30 já estávamos em frente ao Hospital Guadalupe. Panfletamos como de costume. Trabalhei no Guadalupe na década de 80, na UTI. Foi um período de muito trabalho. É poca em que eu me afirmava na profissão. Chequei a dar 11 plantões noturnos num mês só.
Durante a panfletagem observamos um gatinho na sacada de uma casa em frente. Confiram na foto a casa entiga e o felino curtindo o sol da manhã.
Encontrei vários médicos, dentre eles meu amigo Paulo Nobre.
Ainda pela manhã fiz um corpo a corpo no Laboratório do Paulo Azevedo. Hoje a tarde temos reunião da coordenação da campanha. Ah! consegui ir no barbeiro cortar o cabelo e aparar a barba. O Maranhão tem família. Maranhão é meu barbeiro desde que me entendo cortando o cabelo. Ele raspou a minha cabeça por ocasião do vestibular. Ele passou maus bocados, quase indo a falência no período em que eu deixei o cabelo crescer e o amarrava num rabo de cavalo. Foi na década de 90. Época passada. Maranhão voltou a sorrir. Não posso decepcioná-lo.

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